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21 de fev. de 2018

Como ser um bom fotógrafo

 Na realidade minto. Não vou dizer como ser um bom fotógrafo, porque não sou uma boa fotógrafa e não tenho autoridade para dizer quem é um bom fotógrafo ou não. Mas estive em companhia de pessoas que considero bons fotógrafos.


O que sei é como ser um fotógrafo ruim. E o que pode ser aplicado não só a fotógrafos mas a escritores, poetas, cantores, enfim...a qualquer profissão, creio eu. São coisas que no fundo todos mais ou menos já fazem uma ideia, mas algo os impede ou não querem ver a verdade.

Todos admiramos algum artista. Aquela pessoa que cria coisas únicas, que não nos deixam indiferentes, que nos comovem, que nos fazem sonhar, imaginar coisas ao ver/escutar/ler suas obras.

Vemos o resultado deles. Mas nunca o processo. Não vemos o tempo gasto, a prática, as repetições, sangue, suor e lágrimas.

Volto ao exemplo da fotografia. Conheço gente que supostamente tem interesse pela fotografia como passatempo ou profissão. Mas seus atos são todos mais ou menos, suas intenções são incertas, não existe esse fogo nas entranhas, esse tesão que te faz querer fotografar de forma obsessiva, de estar dia e noite praticando, de querer ter certos resultados, de querer ver certas coisas nas suas fotos. Vejo gente que fez 10 fotos na vida e vai perguntar a um fotógrafo as especificações técnicas dos instrumentos que usam, querem saber com qual programa editam as fotos, etc. Ou seja, acham que o aparelho que os fotógrafos usam vão fazer milagres. É como pensar que Jimi Hendrix tocava bem porque usava uma marca de guitarra específica, por exemplo. Não! Jimi Hendrix podia pegar qualquer guitarra vagabunda e ia arrasar.

Sim, é verdade que os instrumentos podem melhorar o nosso trabalho. Uma boa câmera, umas boas condições para ter boa iluminação, bons programas, chegam a fazer verdadeiros milagres. Mas o que vejo nos fotógrafos interessantes é verdadeira paixão, é estar horas e horas na prática, tirando miles e miles de fotos, verificando o resultado. Ajustam coisas, provam, repetem, melhoram e assim diariamente por anos. Ao mesmo tempo, depois de certo tempo, desejam ver suas coisas por aí, esperam saber a opinião das pessoas, são críticos com o que fazem, desejam melhorar, sentem curiosidade por aprender mais, vêem muitas fotos de outros, aprendem mais sobre técnicas e principalmente praticam, tirando muitas e muitas fotos. E agora mais, com a fotografia digital, que tornou mais barato fotografar. Porque antes ainda havia o problema do gasto com a revelação das fotos em papel.

Tô meio de saco cheio de gente que vem e quer mostrar as suas coisas sem ter se preparado minimamente. Gente que não tem autocrítica, que deveria ter suado mais, praticado mais. Gente que não está madura ainda no que faz e que se acha o ó e fica fazendo os outros perderem o tempo tendo que ler/ver/escutar as suas obras. Não digo que essas pessoas nunca serão boas. Digo que precisam aprimorar as suas artes. Algumas delas não vão realmente melhorar e serão como as demais. Paciência. Mas pessoalmente acho que isso se deve porque há pessoas que não tem autocrítica. Acha bom tudo o que elas criaram. Não conhecem o conceito de melhora progressiva, de aperfeiçoamento, não têm verdadeira noção das coisas.

A chave é a prática, o aperfeiçoamento, autocrítica, a melhora progressiva. 

Obs: Estes posts não estão revisados. Vou escrevendo sobre coisas que penso. Escolho um tema que acho interessante ou importante, de algo que aprendi e vou desenvolvendo aqui sem muita ordem, de forma improvisada.

20 de fev. de 2018

Tudo na cabeça. Em defesa da memorização

Antes quando eu encontrava alguma informação de interesse, algo que precisava assimilar eu anotava no meu caderninho e achava que a missão estava cumprida. Agora ainda podemos anotar ideias, algum conceito, links, tudo de forma digital e depois com um sistema de pesquisa encontrar todas essas informações rapidamente.

Com Evernote, Google Keep ou qualquer outra ferramenta, guardamos tudo e depois o negócio vai parecendo uma bola de neve. Um emaranhado de notas que com o tempo vão ficando esquecidas e depois se transforma em uma espécie de banco de dados desatualizado, que com o tempo, pelo menos no meu caso, acho que a cada 10 anos (obviamente não é o ideal) vou lá limpar, filtrar e tal. O que me toma muito tempo.

Com horror descobri que boa parte dos links já não funcionam, algumas informações já não são relevantes, algumas coisas são basicamente de gosto realmente duvidoso, ou seja, ficam aí 1000 notas totalmente inúteis, ocupando espaço e causando um pesadelo. Claro que algumas das coisas continuam sendo úteis, mas até a gente voltar a vê-las no meio desse caos passa muito tempo.

Minha ideia agora é guardar tudo na cabeça. Parece absurdo, mas é um objetivo que claramente não consegui cumprir ainda. Mas pelo menos fica la ideia. Claro, que ainda acho que escrever e anotar as coisas seja imprescindível. No entanto, tenha a sensação de que a simples ideia de que a gente pode anotar tudo e que posteriormente vamos poder voltar a encontrar a informação que precisamos causa uma preguiça mental que em outro caso nos obrigaria a memorizar certas coisas. 

Acho que existem coisas muito importantes, coisas fundamentais que deveriam ser interiorizadas, que deveriam estar em nossa mente sempre. Cada indivíduo terá suas prioridades sobre essas informações importantes. Essas coisas podem ser variadas.

Tenho ainda minhas anotações online, mas agora a ideia é criar os chamados "commonplace books", ou seja, um conjunto de fichas com anotações importantes que podemos consultar e ao mesmo tempo estar constantemente vendo e assimilando o conteúdo para que finalmente possam ficar gravadas na nossa mente.

No mundo atual, muitas pessoas acham que a memorização não é importante, mas acho que, ao contrário, nunca foi tão importante. Memorizar alguma informação que preciso usar constantemente significa perder menos tempo procurando essa informação em outro lugar. Ao mesmo tempo, o cérebro conecta idéias e cria novas formas de pensar através de experiências e conteúdo de de alguma forma precisa estar anteriormente dentro da cabeça. As coisas precisam estar dentro da cabeça para serem lentamente marinadas, digeridas, de alguma forma assim acabam conectando-se também ao subconsciente. E acho que assim criamos ideias mais complexas, ideias únicas que foram criadas na nossa mente a partir de informações e experiências externas e internas.
Para criar internamente algo interessante e único é preciso passar por um trabalho, um processo que necessita energia, esforço. A memorização, a repetição, nos obrigar a colocar tudo na cabeça não é fácil e muitas vezes pode ser desagradável e frustrante. Mas acho que é uma forma de preparação mental, de melhorar nossas capacidades.

O que aconteceu que antes sabíamos de cor o telefone de várias pessoas e agora a gente já não sabe nem o número do nosso? Alguém pode dizer que saber isso já não é relevante já que o celular já guarda tudo. Esse é só um exemplo, mas isso significa que basicamente vamos depender da agenda do celular, do GPS, dependeremos de um aparelho e não teremos nenhuma dessas informações na cabeça?

Memorizar é exercitar o cérebro, saber chegar a um certo destino sem depender só do GPS é aproveitar nossa inteligência espacial, que estará conectada a outras capacidades. Nenhum conhecimento é isolado.

19 de fev. de 2018

Impressões sobre o instagram. Não muito boas.

Aprendi muito estas últimas semanas postando fotos e videos no instagram. Há alguns anos já tinha postado algumas fotos lá, nenhuma em que apareço. Basicamente são fotos de objetos, pratos, lugares em que estive, nada muito interessante. É que nunca me senti com a necessidade de postar coisas realmente. Mas estou no instagram porque gosto de ver fotos e videos de outros lá.

Então sigo umas contas e no meu feed aparecem todas as contas que acho interessantes. Como a maioria das contas, a minha tem umas fotos, tenho meus contatos como seguidores e sigo várias contas. Tenho muitos interesses e no começo, como no facebook não me importava ver alguma foto da família de alguém, ver selfies de não sei quem, etc.

Mas basicamente estou no instagram para ver fotos relacionadas a arte, frases de motivação, videos de esporte, fotos e vídeos de animais, natureza, lugares interessantes, etc. Em resumo, ver fotos dos filhos dos meus amigos ou suas comemorações pessoais não são meu interesse, a não ser de amigos próximos, que posso contar nos dedos.

E no instagram, a gente não tem como “silenciar” alguém que a gente segue, pelo que sei então se fulano não para de postar algo que não me interessa deixo de seguir e pronto.

O Instagram mais que nada para mim é um lugar em que vou procurar me relaxar ou conseguir me entreter. Um lugar em que muitas vezes fico sabendo de tecnologias novas, onde busco inspiração através de técnicas artísticas que eu nem sabia que existiam, em que conheço novos desenhistas, pintores, escultores, fotógrafos, etc. É como um lugar em que a gente pode perder o tempo com coisas banais ou realmente ver e aprender coisas que podemos assimilar para depois aplicar nas nossas coisas.

Mas voltando a o que eu dizia no começo. Aprendi muito nas últimas semanas. Já que depois de praticamente anos de não postar mais nada no instagram e só tranquilamente ver meu feed com as coisas do meu interesse, nestas últimas semanas decidi voltar a postar lá. Isso tem relação com questões profissionais, de aprendizado, curiosidade, etc. São muitos motivos. E então depois deste período, em que postei fotos e vídeos, constatei o seguinte:

  • Não estou satisfeita com a maioria das coisas que postei. Antes de postar pareciam fotos e videos interessantes. Horas depois de ter postado acabaram perdendo a magia. Já queria eliminar a metade das fotos, pelo menos.
  • Fiquei frustrada porque as fotos não eram nada homogêneas, que parece ser o que define uma “boa” conta de instagram. Não sei brincar de ter um perfil hiper moderno de instagram, basicamente. Tenho distintos interesses e minha vida não é homogênea e nem quero que seja, mas é como se uma conta de instagram tivesse que ter um objetivo claro, um tema a seguir, e que tratasse sempre do mesmo tema, o que acho que no meu caso seria impossível tanto porque não posso pensar em nenhum tema que possa ser explorado de maneira infinita e que dê um look unificado ao perfil do instagram, como porque seria totalmente entediante para mim, ficar tratando do mesmo tema por muito tempo.
  • Chego a conclusão de que a não ser que você seja muito conhecido ou seja realmente um artista com um estilo único, os seus seguidores serão basicamente a sua família, amigos e contatos em geral com os quais você contactou pessoalmente na vida. Se você não tem algo único para colocar ali nas suas fotos e vídeos, você não terá muitos seguidores. Quando posto algo sempre aparecem várias pessoas que acabam me seguindo, mas na maioria são contas que não se interessam por mim. Na realidade só querem que a gente veja a conta deles. Acho essa prática um grande mal das redes sociais. É algo muito comum seguir a muitas pessoas só para ter visibilidade e não por genuíno interesse. Mas o pior é que essas práticas são fomentadas pelos próprios criadores destas redes.
  • Basicamente somos descartáveis e nos tratam como tal nas redes sociais. Cada conta só se interessa pelos nossos joinhas e seguidores, nada mais. E é tudo falso.
  • Postar coisas, fotos ou vídeos, mais ou menos decentes, que interessem a alguém e que estejam bem feitos é difícil e dá muito trabalho. Talvez horas pensando em que fotografar, gravar, pós produção, colocar tags, colocar uma descrição que tenha algum sentido. Dá um trabalhão.
  • Chego a conclusão de que era mais feliz na tranquilidade da minha conta inativa, só vendo conteúdo dos outros ao invés de ficar tentando postar coisas e lutando para ganhar atenção sem ter um objetivo claro, que só me trouxe decepção e frustração.

1 de fev. de 2018

A disciplina nos fará livres! Veja porque é bom ser disciplinado

 

Antes eu não dava nenhuma importância para a disciplina. Na realidade são várias coisas associadas a disciplina, como constância, resiliência, ter um plano de ação, saber onde a gente quer chegar. Ter tudo organizado, repetir ações diariamente. Seguir aí com os deveres, com as metas que a gente marcou e com nossas obrigações. Essa ideia não parecia nada sexy. Não parecia tão importante. O interessante parecia ser livre para reagir de acordo com a direção do vento, improvisar.

Fazer algo com intenção, saber para onde a gente está indo e fazer esforços diários, como um relógio, para chegar a nossa meta pode não ser sexy, mas significa um mundo. É quando a gente vê quais são os nossos limites, trabalha diariamente por algo e depois de subir os degraus, um a um, todos os dias por centenas de dias...quando a gente olha para atrás...nós estamos chegando no topo da montanha.

Foi com disciplina de anos que melhorei minha flexibilidade e minha saúde. Agora subir uma série de escadas de uma vez não é um sofrimento horroroso. Agora é mais uma oportunidade de provar para mim mesma que posso melhorar ainda mais e sentir um grande bem estar e ter mais energia para mais atividades. Com disciplina e constância cheguei a faixa preta.

Minha gata ficou doente, praticamente terminal e eu preciso agora dar um remédio para ela todos os dias, sem contar que tenho que alimentá-la com comida fresca, especial, dividida ao longo do dia. No começo esses cuidados todos estavam acabando com minha rotina e eu achava que não ia poder cuidá-la bem. Mas aguentei a época de adaptações. Coloquei um alarme no celular e religiosamente fui lá dar o remédio e os outros cuidados. Agora já me acostumei e a gata está muito bem, dentro do que lhe é permitido.

Enfim, a disciplina transforma potencial em algo real se a gente define bem nossos objetivos e planejamos bem como vamos executar para chegar a esses objetivos. 

21 de jan. de 2018

Pontos a considerar para melhorar a flexibilidade corporal


Há anos pratico artes marciais. Pratiquei uns meses antes, mas seriamente só depois dos trinta. E quando comecei descobri que apesar de não estar em má forma havia certos movimentos realmente desconfortáveis mas até a ponto de dar câimbras, como por exemplo dar um chute pra trás. Ou seja, os músculos aplicados nesse movimento estavam meio enferrujados, pouco trabalhados. Sem contar que nunca fui muito flexível e sempre admirei essa qualidade nas pessoas. Faz já muitos anos que pratico artes marciais e para ser uma boa praticante além de outras características, acho importante ser flexível. Por muitos motivos: ter mais alcance, melhorar a coordenação, etc.

Como já disse, não sou especialista em nada. Tudo o que conto é por experiência pessoal ou pela forma de pensar mesmo. Muitas coisas, apesar de eu racionalizar como "minhas verdades" pode que não sejam as "suas verdades". E espero que cada um possa acumular informações, digeri-las como úteis e inúteis e tirar suas próprias conclusões.

Depois de uns 5 anos praticando artes marciais com afinco, apesar de realizar os movimentos corretamente eu sentia que havia estagnado. Sim, eu podia realizar um chute lateral, frontal, etc. Mas eu não estava satisfeita. Eu não era capaz de fazer um "split". As formas não eram maravilhosas, apesar de me esforçar, no máximo havia conseguido uma lesão na perna e nada de melhorar substancialmente minha flexibilidade.

Pesquisei bastante, apliquei varias coisas para ver se funcionava, ao longo de anos e chego a seguinte conclusão:

- Se você observar as crianças vai ver que grande parte delas não tem problema de flexibilidade. Considero que isso se deva ao estado natural do corpo. Quando somos jovens, nos movimentamos de muitas formas, corremos, pulamos, damos cambalhotas, engatinhamos, etc. Brincamos livremente. Depois vamos amadurecendo mas de forma ruim, ficamos sentados muitas horas ao estudar, dirigir, trabalhar...E os músculos, fibras, tendões, tudo vai ficando curto, atrofiado e depois quando envelhecemos mal conseguimos subir as escadas. A ideia é evitar essa deterioração, mas ser consciente de que isso acontecerá caso não façamos uma manutenção periódica. 

- A constância nos exercícios de alongamento é essencial. Quanto mais realize os alongamentos, melhor. Digo mais no sentido de diariamente. Mas não por muito tempo, a não ser que a pessoa seja praticamente de yoga e tenha acostumado o corpo e seja capaz de ficar horas realizando diversas posições. Ou seja, é uma boa ideia realizar diariamente os exercícios de alongamento, no começo do dia e no final da tarde, meia hora mais ou menos e havendo feito algum tipo de aquecimento, para evitar lesões. A ideia é não forçar exageradamente o corpo e ir acostumando as pernas, braços e tronco a intensidade, que deverá ir aumentando até atingir o nível desejado.

- Se a pessoa não é constante provavelmente ao longo dos dias perderá os ganhos anteriores e depois terá que voltar a realizar os exercícios para chegar ao nível anterior que perdeu, etc. Ou seja, será uma perda de tempo total, sem contar que demorará muito mais tempo em ver algum resultado.

- A flexibilidade não pode ser alcançada de forma isolada, a não ser que a pessoa já seja naturalmente flexível. Com isso quero dizer que é preciso trabalhar a força (pesos, musculação) e a resistência física. Por exemplo, quando queremos fazer algo que geralmente não estamos acostumados, como por exemplo, levantar a perna o máximo possível ou fazer um split frontal ou lateral, geralmente se a pessoa não está acostumada além dela não poder realizar o movimento em si, o que acontece é que o sistema nervoso, ou seja, o próprio cérebro, para protegê-la tenta impedir esse movimento. Para o cérebro esses movimentos são uma ameaça à integridade física, porque ele sabe que o corpo não está preparada para isso. Com exercícios, o que fazemos além de condicionar o corpo é condicionar o cérebro para que ele se acostume a esses movimentos.

- Com isso quero dizer que melhorei muito a flexibilidade realizando conjuntamente meus exercícios de chutes (variados, laterais, frontais, circulares, para atrás, etc), exercícios para o tronco, como abdominais, flexões, agachamentos, kettlebell swing, musculação, exercícios de coordenação motora e equilíbrio, realizando movimentos de saltos, alternando pernas, exercícios de solo como os de jiu-jitsu, etc. A ideia é realizar movimentos repetitivos e variados, de intensidade incremental que vá condicionando o corpo para suportar toda a carga.

- Antes de conseguir fazer os splits, por exemplo, é preciso ter em conta que o peso do corpo precisará ser suportado pelas pernas enquanto a gente vai baixando. A região dos joelhos, glúteos, coxas, etc ficará sobrecarregada de forma que é preciso acostumar toda essa parte, fortalecer não só os músculos mas todas as estruturas responsáveis por manter as posições. É preciso aumentar pouco a pouco o peso e a pressão nessas partes.

- Faz-se necessário encontrar os exercícios adequados ao seu estado físico e com a intensidade adequada e que trabalhe as áreas mais debilitadas. É muito provável que ao realizar os exercícios a pessoa acabe suando muito, já que os alongamentos intensos são exercícios que precisam ser controlados, e ser realizados observando a respiração, com paciência, escutando o corpo para conhecer os limites. É preciso chegar ao limite para que tenham efeito. No entanto, não realizar nada de maneira exageradamente intensa. Ficar lesionado significará um período de repouso necessário, o que será também um período de falta de progresso. Mas pode acontecer. Por isso melhor escutar o corpo, ter períodos de descanso para que o corpo se fortaleça e se acostume a intensidade.

Obs: Estes posts não estão revisados. Vou escrevendo sobre coisas que penso. Escolho um tema que acho interessante ou importante, de algo que aprendi e vou desenvolvendo aqui sem muita ordem, de forma improvisada.

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