22 de set. de 2010

microtxt 1

Não entendo essa ideia de achar que o "certo" é compartilhar só links novos. Sempre tem algum mala que diz: Isso já é velho. É de x anos atrás! 

Tem muita coisa na net que é beeem antiga e vale a pena ser vista, revista, compartilhada mil vezes.

25 de abr. de 2010

Felinos


Cozinho. Descasco e corto verduras e legumes. Se sobram talos, folhas, toquinhos, chamo as gatas para que elas possam cheirar, morder, tocar estes restos, frescos e cheios de odores e texturas diferentes.

Os gatos são animais muito curiosos. Investigam tudo. Se há um ruído, se vêem algo fora do lugar já vão dar uma olhada. A falta de estímulos os deixa entediados, ficam ali deitados, inativos. E estar trancado em casa, sempre vendo as mesmas coisas, com as mesmas pessoas, os mesmos ruídos, não é muito estimulante.

Venho com as sacolas da compra, e as gatas investigam que há de novo, cheiros diferentes. Passeio por algum lugar e trago notícias do mundo nas solas dos meus sapatos. As gatas sonham com caçar os pássaros que vêem pela janela.

Se preparam diariamente para esse momento em que serão capazes de caçar e contribuir para abastecer a casa. Se algum dia trouxerem um ratinho ou passarinho tentarei me segurar para não sair correndo. Dizem que é uma demonstração de apreço, um presente.

Lambem o pêlo para deixá-lo limpo e brilhante, correm por toda a casa, saltam, brincam, são gulosos mas comem e bebem sem excessos, descansam na penumbra mas nenhum movimento é ignorado.

Figuras estilizadas, aproveitando ao máximo os recursos disponíveis, adoram se deitar ao sol ou dormir horas de preferência sobre tecidos suaves, que não esquentem em excesso. Especialíssimos.

23 de set. de 2008

Pequeno pesadelo virtual

Acho que tenho que me benzer. É o que se pode chamar de história de terror virtual.

No ano passado me matriculei em um curso virtual organizado por uma conceituada Universidade espanhola. Expediam um certificado e parecia uma grande ideia poder ter melhores noções sobre o direito espanhol. O curso no seu conjunto é bom, mas como em qualquer outro, o aproveitamento e a qualidade depende muito da nossa dedicação, esforço e das pessoas que participam aportando idéias e conhecimento. Não vou especificar o nome do curso já que é pago e não pretendo fazer propaganda do mesmo. Só quero mesmo é desabafar os constantes problemas que tenho com documentos, burocracia, falta de organização, essa sensação de insegurança ao pensar que esses dados, as atividades que fazemos no mundo virtual, esses zeros e uns, de um dia para outro pode se tornar um nada, um vazio mesmo.

Eu e meus companheiros de curso tivemos diversos contratempos. O perfil do aluno desse curso é muito diverso. Éramos todos formados em Direito, mas em distintos países, com diferentes experiências profissionais, cada um seus próprios objetivos, crenças, etc. etc. E como era um curso totalmente virtual, havia gente de todas as partes do mundo, vivendo em diferentes continentes. Assim que, ocorriam diversos problemas, com o horário das atividades, os documentos enviados para formalizar a matrícula, o pagamento do curso e por aí vai. No decorrer do curso começaram a ocorrer algumas confusões na própria plataforma do curso, como gente que não conseguia enviar os trabalhos pela plataforma, instabilidade nos chats, notas que não se sabiam ao certo como estavam sendo calculadas, trabalhos que não apareciam no prazo, testes que não estavam abertos para resolução dentro do prazo, etc. Mas aos trancos e barrancos fomos superando estes contratempos, em meio a uma tensão muda.

Ao final do curso, saiu uma lista provisória com o "aprovado" ou "reprovado" e muita gente protestou já que várias pessoas que nas matérias haviam sido aprovadas apareciam nessa lista como "reprovadas". E as pessoas que protestavam precisavam provar que haviam feito todos os trabalhos e provas, o que me parece um absurdo, porque essas divergências poderiam ser facilmente verificadas por quem administra a plataforma e tem as respectivas cópias das atividades. No entanto, conforme a chamada "libertad de cátedra" de cada professor, cada matéria precisa ser verificada com o respectivo professor para poder saber o que aconteceu, o que faz com que um erro de transcrição de nota, para ser simplesmente verificado e contrastado se torne uma aventura kafkiana.

Ao final do curso, depois de aprovar todas as matérias menos uma, que deixei de entregar no prazo determinado, pela insegurança causada por vários incidentes anteriores, pedi à secretaria do curso que me dessem um certificado ou algum documento formal informando que eu havia aprovado todas as matérias menos uma. Tal documento pelo menos poderia me servir de garantia no ano seguinte, para a hora de me matricular novamente apenas na matéria que me faltava, para qualquer eventualidade e como comprovante. Na secretaria me disseram que não era possível expedir tal certificado, já que eu não havia aprovado o curso inteiro e que havendo uma matéria pendente eles não poderiam expedir nenhum documento.

Posteriormente, na plataforma apareceu uma lista com as matérias aprovadas e reprovadas pelos alunos, de forma que baixei esta lista e deixei quieta essa história. Aliás, guardei tudo o que pude, com capturas de tela, pdf de todas as notas e comentários dos professores, etc. Depois, com o término do curso, a plataforma saiu do ar. Assim que, chegada a hora, enviei novamente meus documentos para me matricular na matéria que me faltava por aprovar.

E eis que agora, depois de mais de um mês da secretaria do curso ter aceito meus documentos em que solicito a matricula na matéria que falta, me ligam hoje dizendo o seguinte: " Você quer se matricular em direito mercantil, é isso?". Eu: "Sim". Eles: "Mas você foi reprovada em duas matérias. Você também foi reprovada em Constitucional". Eu (quase tendo uma síncope, mas tentando manter a calma): "Não, mas eu fui aprovada em Constitucional. Só me falta cursar Mercantil. Tenho aqui guardado tudo." Eles: "Olha, eu não sei. Aqui aparece que você não tem nota de Constitucional. Você tem guardados os dados?" Eu (já tremendo pelos nervos): "Guardei. Se você quiser eu te envio por email tudo o que tenho de Constitucional". E eles: "Sim, manda mesmo, porque aqui aparece sem nota. Espera... vou ver aqui em outra lista... Bom, aqui aparece que você tem um 7 de Constitucional. Você aparece aqui como aprovada. Mas nessa outra lista você está sem nota. Bom, acho que foi um erro tipográfico. Desculpe-me . Não precisa enviar nada." Com essa ligação conseguiram quase me causar um ataque de nervos e para nada. No final a coisa ficou assim.

E continuo com essa sensação de insegurança, de que podem me dizer a qualquer hora que tudo o que tive que fazer nesse curso foi apagado de algum servidor e que agora não vale mais. Um verdadeiro pesadelo. Continuo sem nenhum documento que formalmente me diga em quais assinaturas estou aprovada de maneira que podem novamente chegar um dia desses e me cobrar coisas que eu não teria porque provar. Eles que se organizem melhor. Mas fazer o quê... É preciso ter calma, quem sabe melhora se respiro fundo, medito...

Lista de notícias para hipocondríacos

Diariamente me deleito com notícias que tratam de estudos e pesquisas que chegam a um sem fim de conclusões sobre temas relacionados com a saúde, comportamento, etc. Algumas das notícias são capazes de deixar qualquer um preocupado, neurótico se bem que outras são simplesmente curiosas. Tentarei atualizar com frequência, mas como sempre, não prometo nada.

Saúde

    comportamento

      25 de abr. de 2008

      Abrir potes

      Sempre chega a hora da verdade. A gente tem que abrir um pote de compota, de azeitona, palmito... e nada, impossível. Sempre tem algum que não conseguimos abrir de jeito nenhum. Ou a tampa está grudada, ou enferrujada, ou a gente não tem força suficiente para abrir. Há alguns truques: se a tampa está grudada, umas batidinhas com uma colher nas bordas da tampa podem deixar o pote mais fácil de abrir. Se isso não funciona, temos o banho-maria para dilatar a tampa, facilitando sua abertura. Mas quem tem paciência para isso? Qualquer que seja o motivo para a maldita não abrir agora encontrei a solução (meus problemas acabaram!).

      Minha solução: abridor de potes. Uma maravilha!

      É muito mais prático, já que este abridor de potes possibilita abrir as latas sem muito esforço aproveitando a alavanca. Este abridor se adapta aos mais variados diâmetros de potes. Abre desde tampa de rosca de garrafa (garrafinha de água ou refrigerante) até potes grandes.

      Creio que em lojas de acessórios e utensílios para casa é possível achar, mas não é tão fácil encontrá-lo. Não me lembro onde comprei o meu anterior no Brasil. O atual eu comprei aqui na Espanha, onde vivo atualmente (é esse aí da foto). Se você tem um, conte-nos sua opinião, onde o comprou, ou qualquer outra informação sobre o assunto.

      16 de jul. de 2007

      Como colocar um favicon no blog

      O favicon é o ícone (desenhinho) que aparece ao lado do endereço da página:



      Para colocar o favicon no meu blog, primeiro criei o desenho num editor de imagens (neste caso o Gimp). O arquivo de imagem estava no formato ".png". Outra opção é usar um editor de favicon online para criar sua imagem:

      Para que ele possa ser usado como favicon é preciso estar no formato ".ico". Para isso há páginas que convertem o favicon para este formato, como as seguintes:

      É só fazer o upload da imagem que você tem e ele vai transformá-lo em ".ico". Depois de salvar este arquivo, é preciso colocá-lo em algum lugar do qual ele possa ser chamado/acessado para ser exibido na sua página: enviar o arquivo para o seu servidor ou salvá-lo num disco virtual (que suporte o formato .ico) com endereço para o arquivo, por exemplo.

      Depois disso, é preciso inserir uma pequena linha de código no arquivo html da página em que você quer que apareça o favicon.

      <LINK REL="SHORTCUT ICON" href="http://favicon.ico">

      É preciso modificar o código: na parte em que está entre aspas "http://favicon.ico", coloque o endereço para o favicon. Inserir este código entre as tags <head> e </head>.

      No Wordpress a linha de código geralmente é inserida num arquivo chamado header.php ou no respectivo arquivo que contenha o código html do cabeçalho. Pelo que vi, há plugins que permitem a inserção de favicons, no entanto nao testei nenhum.

      Sites consultados:

      27 de jun. de 2007

      Dente do siso. Minha experiência, cuidados

      Finalmente estou livre dos pontos que me deram quando tive que extrair um dente do siso na semana passada. Mas ainda falta eu tirar outro dente desses (ó céus!). Foi um dente do siso da arcada inferior. Eu estava a uma década guardando, marinando o dentinho, que estava deitado em berço esplêndido, e que só mostrava um pedacinho fora da gengiva (semi incluso).


      Quem tenha que retirar esses dentes, não os deixe para serem extraídos anos depois, como eu fiz. A coisa foi muito pior agora. Posso enumerar inúmeros motivos: Entortaram os demais dentes; tive que passar por um tratamento de canal em um segundo molar (o dente anterior ao do siso) creio que o siso com cárie acabou fazendo com que esse também se estragasse. Ambos sisos estavam com cárie, difíceis de serem escovados e havia um princípio de inflamação na gengiva ao redor. Em resumo, a coisa estava feia.Antes de partir para a extração o dentista pede uma radiografia panorâmica dos dentes. Assim ele pode saber como os dentes do siso estão posicionados.


      Na hora de extrair o siso, com a boca bem anestesiada, não há dor. Mas a língua ficou dormente e tive náuseas. Claro que foi terrível de todas as formas, já que apesar de não sentir dor alguma, vi como transcorria todo o processo.

      Como tiveram que usar a broca, depois quebraram à mão o dente (com o respectivo ruído do dente quebrando dentro da boca) e tiveram que extrair o dente que estava aderido ao osso. O cirurgião dentista era muito rápido. De forma ágil, usava a broca como se cortasse pedra. Depois quebrou o dente em partes. Então retirou os pedaços com um alicate. A mandíbula tremia com o esforço. A boca rasgou e começou a sangrar. Um pouco de sangue para lá e para cá.

      Enquanto ele fazia tudo aquilo, de maneira quase mecânica que só o costume permite, falava de forma animada com a assistente sobre coisas várias. Tardou uns quinze minutos, entre anestesia e retirada. Depois vi como entrava na boca uma agulha curvada, para dar os pontos. Três pontos. Aí se vê como algo fisicamente indolor pode se tornar um pequeno trauma.

      Voltei para casa. Tomei correndo o anti-inflamatório (que era em pozinho, para dissolver em água). Me engasguei.

      Nesse primeiro dia só tomei sopinha. Sopinha de envelope, instantânea. Ou seja, sem "sustância". Depois da sopa tomei o antibiótico e o analgésico. Medo de sentir dor.

      Fiquei com fome. Apetite não me falta nunca. Isso de tomar só sopa, bá! Aliás, ninguém me recomendou que só tomasse sopa. Disseram-me que eu poderia comer de tudo. Mas claro, com a boca inchada e insensível quem vai atacar um bifão com batatas fritas? Vai que passa a anestesia e você descobre que mordeu toda a parte interna da sua boca. E sente a dor no buraco sem dente e outra dor adicional no buraco que você fez se mordendo. Gostoso.

      Dormi com duas almofadas. É bom dormir com a cabeça elevada. Quase sentada. Assim a gente (pelo menos eu) não gira a cabeça. Dormi assim uns 5 dias, porque no quarto dia, quando resolvi dormir sem essas almofadas, sentia que o sangue pressionava o buraco. E se virava a cara, sentia certo incômodo, de forma que segui dormindo com a almofada.

      O pós-operatório foi desconfortável. A gente não consegue abrir bem a boca, ao engolir fica uma dorzinha, a boca estava rasgada e cada vez que ia comer a ferida abria. Comia devagar. Enxaguava a boca com água quando sentia que a comida ia para o lado do buraco. Depois de passar fome por um dia e meio resolvi comer de tudo (sem exagero, claro). Comendo devagar e enxaguando a boca dá para comer de tudo sim.

      Tinha que escovar os dentes lentamente, e a ferida da boca abria outra vez. Para variar, tive uma leve alergia aos medicamentos. Não sei qual dos medicamentos era, mas me estavam aparecendo umas bolinhas na pele que coçavam, a cara estava inchada por inteiro, isso no quarto dia. Parei de tomar anti-inflamatório e analgésico. O antibiótico continuei tomando porque a recomendação era para tomar 7 dias. O inchaço melhorou.

      Hoje, como disse antes, fui ao dentista tirar os pontos. E para variar a linha estava colada na gengiva. Uma dorzinha aqui e ali. Mais um sanguinho. Tudo bem, nada muito trágico... Dá para sobreviver.

      Links:

      foto Wisdom Teeth by tarale sob licença CC Attribution-ShareAlike 2.0.

      13 de abr. de 2007

      Animais fantásticos - Sea Monkeys


      Eu pensava que esses seres conhecidos como Sea Monkeys (kikos marinhos em português ou monos de mar em espanhol) eram lenda urbana. Afinal, onde já se viu uma história dessas de que a gente pode comprar um kit com um pozinho em envelopes (são ovos) que ao entrar em contato com a água fazem nascer uns bichinhos minúsculos que crescem e que em princípio até se reproduzem.

      Saber que existem uns animalzinhos assim que podem ser criados em casa faz despertar a imaginação de qualquer criança e de muita gente já crescida. Sem falar que o nome Sea Monkeys é muito sugestivo e até nos faz pensar em animais inteligentes, que fazem todo tipo de peripécias.

      Depois de procurar na net vi que os Sea Monkeys são na realidade uns crustáceos, mini camarões que são criados em aquários e que podem viver aproximadamente dois anos. Parece que no Brasil foi febre nos anos 70.


      Mas ainda neste tema, existem também as ecosferas (Ecosphere Closed Ecosystem), que são uma espécie aquários fechados geralmente esféricos, ecossistemas, em que vivem mini camarões e algas. Muito bonitos mas custam os olhos da cara! E os aquários pequenos pelo que vejo têm garantia de apenas 6 meses e vêm com 3 ou 4 camarões (como são econômicos!).

      Para saber mais:
      Sea Monkeys no Flickr
      World-Alive - uma loja virtual
      Imagens Google
      La página del Sea-Monkey
      Sea-Monkey - Wikipedia
      Blog que fala dos Kikos Marinhos: Paulo C. Barreto
      Comunidade orkut Kikos Marinhos


      30 de jan. de 2007

      Exercícios para o cérebro

      Faz muito tempo que não faço contas a mão. E por isso quanto tenho que fazer alguma conta simples de cabeça já é uma vergonha. Esqueci a tabuada? Que horror! Talvez haja gente que pensa que fazer contas a mão não é mais necessário e que escrever a mão também não é. Mas fazer contas, ler em voz alta, escrever, dançar, etc. tudo que estimule o cérebro melhora nossas aptidões em geral.

      É bom exercitar a mente e fazer disso um hábito para memorizar melhor, para se expressar melhor, melhorar a auto-estima, aprender mais rápido (há muito o que aprender!), melhorar a concentração... enfim, são só benefícios.


      Por isso achei interessante o texto "8 ways to exercise your brain" (o link está quebrado) que vi no Lifehacker. É legal visitar ainda a categoria Mind Hacks do próprio Lifehacker.

      Aí vão uns sites sobre o assunto:


      Jogos de raciocínio, lógica, memória:


      Outros sites:


      16 de nov. de 2006

      Como os feeds podem facilitar a forma de navegar na internet

      Mas afinal, o que são feeds? Vou dar uma definição própria e indicar outras páginas que podem explicar melhor. Como o próprio nome indica, é um sistema de alimentação. Um sistema de alimentação de páginas que podem ser visualizadas em um agregador de feeds. Em outras palavras, a maioria dos blogs possuem um botão laranja RSS ou Atom ou algo similar. Clicando no botão laranja você tem a oportunidade de se inscrever para receber atualizações daquela página em um leitor de feeds.

      Acho que o sistema de feeds é mais difícil de explicar que usar.

      Imagino que vocês visitem certas páginas diariamente. Páginas de notícias, de tirinhas, de grupos de discussão, grupos do Flickr, blogs, seguem podcasts, etc.

      Algumas vezes, quando visitam essas páginas não há nada de novo, de forma que a visita acaba por ser uma perda de tempo, porque você tenta localizar algo de diferente e descobre que não houve nenhuma atualização ou modificação.

      Os leitores ou agregadores de feeds servem para concentrar em um único lugar todas as páginas que você visita com frequência e ainda avisa quando há algo de novo nelas, de forma que você não necessitará mais procurar o que você leu e o que não, já que você poderá controlar o que leu e o quer ler depois.

      E como se usam esses leitores de feeds?

      Atualmente há uma grande variedade de leitores, e para começar é preciso estar inscrito na página de um leitor de feeds (como Bloglines ou Google Reader, por exemplo - cito estes porque são os que já usei, mas existem vários outros). É preciso estar inscrito num leitor de feeds simplesmente porque você vai ter que acessar esse leitor para ver os feeds que você agregou! São suas preferências pessoais que ficam salvas, por isso cada um precisa ter o seu.

      De qualquer maneira, para entender como funcionam os feeds o melhor seria se inscrever em um agregador de feeds e ir juntando seus blogs e páginas preferidas por lá (para adicionar os feeds basta saber o endereço do mesmo e adicionar ao leitor de feeds ou então clicar no botão laranja para que apareçam as opções de assinatura).

      Se você tem uma conta no Google, não é necessário criar uma nova conta. Basta acessar a página do Google Reader e aceitar as condições de uso.

      Se o agregador de feed tem função para ouvir podcast melhor ainda. Os podcasts são arquivos de audio com notícias, programas, revistas, músicas, cursos, etc.

      Assim você não só tem a oportunidade de ler postagens de blogs como pode também escutar notícias, músicas, ver fotos, etc. se o seu leitor de feed tiver esta opção. Enfim, a coisa é ir pulando de blog em blog, pesquisar por temas do nosso interesse, ler e ouvir.

      Aqui um vídeo que explica como funcionam os feeds:



      Para saber mais:

      Postagens mais visitadas